Peste Negra

Já imaginou puxar um grito da Poli no último jogo da InterUSP com mais de mil guerreiros politécnicos no ginásio? Já imaginou acender sinalizadores e soltar rojões, intimidar a faculdade adversária com seus gritos, pular durante os cantos com seus amigos e comemorar com seus atletas? Pois é, essas são algumas das várias responsabilidades da Peste Negra, a torcida organizada da Poli. Em jogos da nossa amada Escola, independente da modalidade e do campeonato, nós vibramos, torcemos e puxamos a torcida da Poli com bandeiras, resenha, gritos e surpresinhas, sempre defendendo o azul e amarelo, as cores que seu coração vão começar a amar nessa nova etapa da sua vida. Nestes próximos anos de Poli, você verá como a torcida pode mudar totalmente um jogo e se sentirá parte do time enquanto vibra no nosso gol ou vaia o tiro livre da outra faculdade. É uma sensação indescritível, que você já começará a sentir no bichUSP e poderá viver ao extremo na próxima InterUSP! Mas já avisamos de antemão: depois do primeiro “Guerreiro”, será difícil largar o hábito! fiz a parte do deca e ficou assim:

Depois de tantos anos chegando perto e ficando no quase, estar ali fez toda a diferença. A Peste Negra esteve presente em cada tentativa, em cada esforço, entre lágrimas, recomeços e despedidas, dando tudo de si nos cantos, nos aplausos, na provocação e, principalmente, no apoio até o último segundo, acreditando e torcendo independente do resultado.
A última conquista tinha sido em 2019, e a espera do DECA até 2025 foi longa, porém magnífica.
Depois de tantos “quases”, quando o primeiro lugar finalmente chegou, foi impossível não se emocionar. Não foi só um título, foi um alívio coletivo.
Uma conquista construída por quem jogou, torceu, se dedicou, sonhou e chorou dentro e fora de quadra.
Por quem nunca deixou de estar lá, nunca deixou de acreditar e viveu o azul e o amarelo no sangue. Isso é ser POLI, isso é ser Peste Negra.

O DECA É NOSSO 🔥🐭💙💛